sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Aos religiosos que discordam
Discorda? Problema seu.
Hoja, aos DEZESSETE apenas, eu sou madura demais para aceitar que cada ser humano tem uma verdade.
Minha verdade é o vegetarianismo, amor aos animais. Não sou vegan, nunca preguei vegetarianismo, nunca briguei com alguém que come carne. Aqui no meu blog falei apenas de frustrações que vivi e de opiniões que tenho e que ninguém precisa aceitar!
A verdade dos religiosos é outra. É um livro, uma miragem ou sei lá o que, eu simplesmente não sei. Se eles têm as doutrinas deles, se acham que Deus fez a vaca para ser comida... PROBLEMA DELES! Eu tenho um ideal, tenho um objetivou, eu sou uma pessoa e os outros são outros.
Já me frustrei por não ter uma família vegetariana, por não ter um natal sem um cadáver na mesa... Mas eu NUNCA pedi para ninguém parar de comer o tal do cadáver na minha frente. Eu tenho todo direito do mundo de me sentir incomodada, mas sei que eu não tenho direito de pregar meu vegetarianismo, assim como esses onívoros idiotas que ficam atacando os vegetarianos eu sei lá porque! Criticam vegetarianos por estarem expressando sua opinião, isso é errado.
Por isso condendo os vegans... Vegans as vezes agem como onívoros, cegos no seu próprio mundo e doutrina, e a vida não é assim, a vida é feita de diversidades.
Então, se alguém tem algo contra a minha opinião, FODA-SE! Coma sua carne sozinho, seu cadáver, seu peixe asfixiado, intestino, testiculo, o que quiser! Eu não como porque ESCOLHI não comer. Quem come ESCOLHEU comer!
Somos livres para fazer nossa própria escolha! Então, leitor, se você fez uma escolha que não é condizente com a minha, nem adianta ler esse blog: ele não foi feito para convencer ninguém de nada, é apenas uma forma de expressão.
Da mesma forma que têm o direito de dizer que é besteira o que falo, então eu replico: é besteira o que fala.
http://www.entese.blogspot.com
sábado, 23 de abril de 2011
Perdida
Fato que para mim os últimos dias não foram fáceis, mas ainda não quero falar sobre isso. Quero falar sobre um assunto que vem me atormentando a cada dia: minha escolha profissional.
Eu não sei o que eu quero. Só sei que ando me iludindo muito... Eu não consigo me encontrar. Será que eu quero fazer engenharia por causa dos números ou porque eu tenho facilidade com números e isso vai trazer dinheiro? E TV/Cinema, será que eu quero fazer porque achei divertido fazer aqueles trabalhos de vídeo escolares ou porque... Não sei.
Estive pensando em fazer Engenharia Elétrica, pesquisar produção de energia sustentável, fazer documentários, unir o útil ao agradável. Mas será que essa é a melhor opção, ou é uma ilusão? Pelo menos, é a ilusão que está me atraindo agora.
Se eu pudesse, se tivesse condições de estudar fora, gostaria de fazer filmes como Piratas ou Harry Potter, mundos paralelos que nos fazem escapar dessa porcaria aqui. Mas será que seria uma boa profissional ignorando os problemas do mundo? Com Engenharia, não vou querer de jeito nenhum ignorar os problemas do mundo em relação ao meu trabalho, e com cinema eu irei preferir ignorar e fazer lindos filmes fantasiosos estilo Edward Mãos-de-tesoura e afins.
Fato é que no Brasil não tem mercado para isso, muito menos no nordeste. Sei que não me contentaria com pouco, mas será que esse pouco seria melhor do que fazer Engenharia mesmo que o retorno financeiro fosse maior?
Cinema ou Engenharia. Mas nem eu sei se quero realmente essas coisas. O que eu quero? Nossa, eu não sei. Tenho um pouco mais de afinidade com as que eu citei, mas como eu disse não sei se é ilusão, se é momentâneo, não sei o que é. Arriscar? Será? E se eu for arriscar, qual critério usarei?
Com Engenharia, atingerei meus objetivos mais rapidamente, com Cinema, seria uma batalha gigantesca, além de que antes de fazer o que eu quero teria que fazer coisas que nem quero tanto assim. Será que teria paciência para construir minha carreira de cinema? Será que o melhor para mim é arriscar algo que não seja cinema ou engenharia? E agora? Estou perdida.
Perdida demais. Quero fazer Federal, quero estar com meu namorado, preciso estar perto de minha familia, preciso ganhar dinheiro, mesmo que pouco. Preciso me formar e estar empregada. Não quero me formar e ser desempregada... Quero trabalhar, e quanto mais cedo melhor.
Mas do que eu gosto? Sei que o melhor é fazer o que gosta, mas e os ideais? Sou cheia de ideais. Como usá-los? E agora? Estou perdida...
Eu não sei o que eu quero. Só sei que ando me iludindo muito... Eu não consigo me encontrar. Será que eu quero fazer engenharia por causa dos números ou porque eu tenho facilidade com números e isso vai trazer dinheiro? E TV/Cinema, será que eu quero fazer porque achei divertido fazer aqueles trabalhos de vídeo escolares ou porque... Não sei.
Estive pensando em fazer Engenharia Elétrica, pesquisar produção de energia sustentável, fazer documentários, unir o útil ao agradável. Mas será que essa é a melhor opção, ou é uma ilusão? Pelo menos, é a ilusão que está me atraindo agora.
Se eu pudesse, se tivesse condições de estudar fora, gostaria de fazer filmes como Piratas ou Harry Potter, mundos paralelos que nos fazem escapar dessa porcaria aqui. Mas será que seria uma boa profissional ignorando os problemas do mundo? Com Engenharia, não vou querer de jeito nenhum ignorar os problemas do mundo em relação ao meu trabalho, e com cinema eu irei preferir ignorar e fazer lindos filmes fantasiosos estilo Edward Mãos-de-tesoura e afins.
Fato é que no Brasil não tem mercado para isso, muito menos no nordeste. Sei que não me contentaria com pouco, mas será que esse pouco seria melhor do que fazer Engenharia mesmo que o retorno financeiro fosse maior?
Cinema ou Engenharia. Mas nem eu sei se quero realmente essas coisas. O que eu quero? Nossa, eu não sei. Tenho um pouco mais de afinidade com as que eu citei, mas como eu disse não sei se é ilusão, se é momentâneo, não sei o que é. Arriscar? Será? E se eu for arriscar, qual critério usarei?
Com Engenharia, atingerei meus objetivos mais rapidamente, com Cinema, seria uma batalha gigantesca, além de que antes de fazer o que eu quero teria que fazer coisas que nem quero tanto assim. Será que teria paciência para construir minha carreira de cinema? Será que o melhor para mim é arriscar algo que não seja cinema ou engenharia? E agora? Estou perdida.
Perdida demais. Quero fazer Federal, quero estar com meu namorado, preciso estar perto de minha familia, preciso ganhar dinheiro, mesmo que pouco. Preciso me formar e estar empregada. Não quero me formar e ser desempregada... Quero trabalhar, e quanto mais cedo melhor.
Mas do que eu gosto? Sei que o melhor é fazer o que gosta, mas e os ideais? Sou cheia de ideais. Como usá-los? E agora? Estou perdida...
sexta-feira, 18 de março de 2011
Dois anos sem carne
Pois é. Dois inteiros anos sem por um pedaço de carne na boca. Lembro do inicio, em que eu pensava com tristeza que nunca mais iria comer McDonals's.
Não foi difícil trocar meus hábitos, eu me adaptei tão fácil e percebi como é muito mais agradável ter uma atitude saudável. O difícil foi enfrentar o mundo.
Faziam-me tantas perguntas que eu não sabia responder, tantas brincadeiras, piadas... Aparentemente, ter amor aos animais é motivo de chacota, assim como ser um protetor ferrenho da natureza. "É frescura", "isso é muito radicalismo", "comer carne é normal"... Então, como confrontar um mundo desinformado e cego para novos pensamentos?
Eu estudei. Estudei MUITO. Estudei filosofia veg, nutrição, comportamento animal, assisti inúmeros documentários sobre tortura animal. Resultado: me consolidei como vegetariana, mas ao mesmo tempo passei a aceitar a deficiência do mundo. Não há nada que eu posso fazer além de uma mudança no meu próprio mundo.
Já dizia Ghandi: "Seja você a mudança que quer ver no mundo". Mesmo que a minha mudança seja motivo de piadas e polêmicas, agora meu mundo é melhor. É limpo, livre de sangue, livre do casulo criado pelas pessoas para se protegerem da dura realidade.
Ser vegetariana para mim é muito mais do que não comer carne. É enxergar. E não só enxergar a tortura aos animais, mas também enxergar de fora o funcionamento de um mundo falso do qual eu não escolhi participar.
Não foi difícil trocar meus hábitos, eu me adaptei tão fácil e percebi como é muito mais agradável ter uma atitude saudável. O difícil foi enfrentar o mundo.
Faziam-me tantas perguntas que eu não sabia responder, tantas brincadeiras, piadas... Aparentemente, ter amor aos animais é motivo de chacota, assim como ser um protetor ferrenho da natureza. "É frescura", "isso é muito radicalismo", "comer carne é normal"... Então, como confrontar um mundo desinformado e cego para novos pensamentos?
Eu estudei. Estudei MUITO. Estudei filosofia veg, nutrição, comportamento animal, assisti inúmeros documentários sobre tortura animal. Resultado: me consolidei como vegetariana, mas ao mesmo tempo passei a aceitar a deficiência do mundo. Não há nada que eu posso fazer além de uma mudança no meu próprio mundo.
Já dizia Ghandi: "Seja você a mudança que quer ver no mundo". Mesmo que a minha mudança seja motivo de piadas e polêmicas, agora meu mundo é melhor. É limpo, livre de sangue, livre do casulo criado pelas pessoas para se protegerem da dura realidade.
Ser vegetariana para mim é muito mais do que não comer carne. É enxergar. E não só enxergar a tortura aos animais, mas também enxergar de fora o funcionamento de um mundo falso do qual eu não escolhi participar.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Questionamento Onívoro
Ser veg não é fácil. Muitos preconceitos, muitas perguntas chatas, aturar gente desinformada...
Vamos aos clássicos:
O que você come?
Eu como ar! Eu como tinta, coca. Quase que não como alface, aliás. ¬¬
E se você estiver sozinho e só tenha uma vaca para matar e comer, o que você faz?
Que situação surreal, hein? Parece coisa que o Jigsaw dos Jogos Mortais faria. Porque raios eu me preocuparia em pensar numa situação surreal dessas? Caso aconteça, eu penso na hora, ora bolas.
Você come peixe?
Bem, se você olhar no Wikipedia, já que provavelmente terá preguiça de olhar em outras páginas que aparecerem no Google, verá que Vegetarianismo é um regime alimentar que exclui da dieta todos os tipos de carne (boi,peixe, porco, carneiro, frango e outras aves, etc). Respondi?
Essa era uma pergunta que nem deveria ser feita. Façam a análise da palavra! "Veget" pode vir de vegetal, que pode te fazer presumir que é uma dieta baseada em vegetais e peixe não é vegetal e nem FRUTOS DO MAR CAR*%#¨$!!!!!!!!!!!!!
E porque você é vegetariano?
Se você não vai entender, porque pergunta?
Você vai mesmo compreender a ética e a filosofia envolvida? O capitalismo e a alienação, o marketing que esconde a verdade? A relação do consumo de carne com a destruição do pulmão do mundo: a Amazônia? A relação da fome na África com o consumo de carne? Olha, provavelmente não vai entender não, ENTÃO ME DEIXA EM PAZ!
E se eu quiser entender?
Então você não vai bancar o babaca, vai ouvir o que tenho a dizer, vai estudar para usar argumentos coerentes, e poderá até, quem sabe, conseguir explicar seu onivorismo sem usar um "carne é bom".
Mas carne é bom!
Para você, para mim é um nojo.
E McDonalds? Ahh, você sente vontade que eu sei!
McDonalds? Cara, aquilo é mais nojento do que a carne do frigorífico.
Eu tenho plena consciência de que nem todos os onívoros são assim, e com os de bem eu discutirei de forma adequada e respeitando a sua opinião assim como quero ter a minha respeitada. :)
Vamos aos clássicos:
O que você come?
Eu como ar! Eu como tinta, coca. Quase que não como alface, aliás. ¬¬
E se você estiver sozinho e só tenha uma vaca para matar e comer, o que você faz?
Que situação surreal, hein? Parece coisa que o Jigsaw dos Jogos Mortais faria. Porque raios eu me preocuparia em pensar numa situação surreal dessas? Caso aconteça, eu penso na hora, ora bolas.
Você come peixe?
Bem, se você olhar no Wikipedia, já que provavelmente terá preguiça de olhar em outras páginas que aparecerem no Google, verá que Vegetarianismo é um regime alimentar que exclui da dieta todos os tipos de carne (boi,peixe, porco, carneiro, frango e outras aves, etc). Respondi?
Essa era uma pergunta que nem deveria ser feita. Façam a análise da palavra! "Veget" pode vir de vegetal, que pode te fazer presumir que é uma dieta baseada em vegetais e peixe não é vegetal e nem FRUTOS DO MAR CAR*%#¨$!!!!!!!!!!!!!
E porque você é vegetariano?
Se você não vai entender, porque pergunta?
Você vai mesmo compreender a ética e a filosofia envolvida? O capitalismo e a alienação, o marketing que esconde a verdade? A relação do consumo de carne com a destruição do pulmão do mundo: a Amazônia? A relação da fome na África com o consumo de carne? Olha, provavelmente não vai entender não, ENTÃO ME DEIXA EM PAZ!
E se eu quiser entender?
Então você não vai bancar o babaca, vai ouvir o que tenho a dizer, vai estudar para usar argumentos coerentes, e poderá até, quem sabe, conseguir explicar seu onivorismo sem usar um "carne é bom".
Mas carne é bom!
Para você, para mim é um nojo.
E McDonalds? Ahh, você sente vontade que eu sei!
McDonalds? Cara, aquilo é mais nojento do que a carne do frigorífico.
Eu tenho plena consciência de que nem todos os onívoros são assim, e com os de bem eu discutirei de forma adequada e respeitando a sua opinião assim como quero ter a minha respeitada. :)
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Amor pra Cachorro
Apesar de minha paixão por cinema, não sei se estou apta para escrever uma critica e interpretar um filme como ele merece ser interpretado, mas vou tentar, pois este filme realmente merece. Na verdade, não é bem uma interpretação, é só minha visão crítica e vegetariana sobre o filme.
Eu acabei de vê-lo na Fox, pena que comecei a assistir com 1h de atraso... Não importa. Deu para entender o principal. Quando li a sinopse logo me interessei, tratava de uma defensora fervorosa de animais.
Conta a história de uma mulher mais velha e sozinha, que não tinha ninguém além de seu lindo cachorrinho que veio a ser morto por envenenamento. Depois do infortúnio, Peggy começa a se engajar mais pela causa dos animais, preocupa-se com a vida que levam, com o tratamento que recebem e com o destino que os esperam.
Na virada do ano, o irmão e a cunhada de Peggy a pedem para cuidar de seus sobrinhos, e a bondosa Peggy aceita.
Inocentemente, Peggy leva seus sobrinhos para uma fazenda que resgata animaizinhos. Um dos sobrinhos era um bebê, mas Lissie, mais velha, entenderia muito bem o que acontece na realidade que seus pais fazem questão de esconder.
Na visão dos pais de Lissie a menina ficou traumatizada por causa da Tia Peggy, já que ela não queria comer nem um sanduiche de presunto.
Ok, a realidade é tão cruel que é capaz de traumatizar uma criança? E a solução encontrada (a mais cômoda, é óbvio) é esconder, pincelar? Essa pode ser a mais fácil, mas não é a melhor opção. Que vida de mentiras é essa que a humanidade está criando para si mesma? Será que vale a pena?
E a pobre da Peggy, que numa atitude heróica adotou 15 animais que iam ser sacrificados e os colocou em sua casa? Loucura, mas ela salvou 15 vidas. Infelizmente, essas 15 vidas foram tiradas dela porque aparentemente as pessoas também criam um ambiente que dificulta realizar alguma mudança significativa.
Ainda por cima, criam um ambiente em que aqueles que querem sair dessa rede de falsidade e modificar a verdadeira realidade sejam considerados loucos!
Sério isso? É anormal querer viver algo verdadeiro? Mesmo que a realidade seja cruel, seja horrível, seja abominável...Afinal, ela só é assim porque fizemos com que ela fosse.
Uma pessoa que vive essa falsidade não entende esse filme como ele deve ser entendido. Na verdade, esse filme deveria ser sentido por todos. Sei que vegetarianos sentem, porque assim como Peggy nós somos considerados loucos.
Somos considerados loucos simplesmente porque nos privamos de prazeres e comodismos, porque não comemos McDonalds, porque passamos fome num churrasco, já que ninguém aceita que salada enche a barriga sim! E mais ainda loucos porque temos a infeliz e imbecil esperança de que um dia tudo seja como deve ser, sem ninguém precisar se enfiar dentro de uma bolha de pura falsidade e contos de fadas.
E que haja uma Peggy dentro de todos os seres humanos.
sábado, 13 de novembro de 2010
Agora, tenho 1 ano e 8 meses de veg.
Tantas coisas aprendi, tantos preconceitos sofri, e sei que tenho muito mais coisas para enfrentar...
O que me dá forças, é saber que não estou sozinha, e que tem muita gente por ai como eu que está enfrentando também.
Nos vídeos abaixo, um vegetariano faz um depoimento sobre sua vida de veg. Vale a pena. :)
"A postura do homem diante dos outros animais é patética, ridicula."
Em breve posto mais vídeos.
Tantas coisas aprendi, tantos preconceitos sofri, e sei que tenho muito mais coisas para enfrentar...
O que me dá forças, é saber que não estou sozinha, e que tem muita gente por ai como eu que está enfrentando também.
Nos vídeos abaixo, um vegetariano faz um depoimento sobre sua vida de veg. Vale a pena. :)
"A postura do homem diante dos outros animais é patética, ridicula."
Em breve posto mais vídeos.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Lenon
Há um tempo eu descobri que sinônimo de felicidade é Lenon. E olhar para o lado e ver que a felicidade está comigo, mesmo nos piores momentos, é tão reconfortante.
Quando eu preciso, ele está lá. Quando eu não preciso, também. E quando ele não está fisicamente ao meu lado, tenho absoluta certeza que está pensando em mim, assim como eu nele.
Lenon também é sinônimo de perfeição. E uma grande prova é o fato de ele ser tão inteligente a ponto de amar a física tanto quanto eu, e por isso ganhar uma medalha de bronze na Olimpiada Brasileira de Física de 2009.
Ele é tão perfeito que é tudo que eu sempre sonhei, e tão mais perfeito que é muito mais do que eu sempre sonhei.
Ele é a parte de mim que faltava para eu estar completa.
Lenon, eu simplesmente te amo.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Pequenas atitudes, grandes consequências
Eu acredito profundamente no teor desta expressão. As vezes pequenas coisas trazem consequências tão grandes que podem mudar sua vida ou até mesmo alterar o mundo.
Um exemplo é o fato de que a maior parte das casas não realizam coleta seletiva. Aquela garrafa pet de Coca-Cola do almoço em família no domingo lança uma quantidade de CO2 que o ar não precisa mais. E cada garrafa pet de cada almoço de domingo juntas lançam uma quantidade de CO2 que te afetará diretamente de diversas formas, através de alterações climáticas ou doenças respiratórias.
Dizem por ai que um dos maiores gênios da humanidade, Isaac Newton, seguiu sua carreira como matemático ao se sentir ameaçado por seu colega, Leibniz, que lhe deu um murro na barriga. Por vingança, Isaac resolveu tentar derrotar Leibniz através de sua especialidade, a matemática. Isaac passou a estudar o campo da exatas e muitas das suas ideias foram praticamente iguais as de Leibniz, que chegou a acusar seu rival de plágio. E se Leibniz não tivesse dado o soco no estômago de Isaac? Seria Leibniz um dos maiores gênios ou não teriamos nenhum pai da física? É difícil dizer.
E se Lenon não tivesse aceitado dançar comigo no dia das mães de 2008? Estariamos namorando? Nos conheceriamos, ao menos? Eu poderia estar tão feliz quanto estou agora? A pequena pergunta "quer dançar comigo?" mudou minha vida.
Analisando, é impressionante como os resultados finais estão sujeitos a tantas minuncias... Não acertamos um problema de matemática se colocamos um menos no lugar de mais.
E fica por isso mesmo? Nos sujeitamos a consequências drásticas se podemos ao menos reciclar a garrafa pet?
Um exemplo é o fato de que a maior parte das casas não realizam coleta seletiva. Aquela garrafa pet de Coca-Cola do almoço em família no domingo lança uma quantidade de CO2 que o ar não precisa mais. E cada garrafa pet de cada almoço de domingo juntas lançam uma quantidade de CO2 que te afetará diretamente de diversas formas, através de alterações climáticas ou doenças respiratórias.
Dizem por ai que um dos maiores gênios da humanidade, Isaac Newton, seguiu sua carreira como matemático ao se sentir ameaçado por seu colega, Leibniz, que lhe deu um murro na barriga. Por vingança, Isaac resolveu tentar derrotar Leibniz através de sua especialidade, a matemática. Isaac passou a estudar o campo da exatas e muitas das suas ideias foram praticamente iguais as de Leibniz, que chegou a acusar seu rival de plágio. E se Leibniz não tivesse dado o soco no estômago de Isaac? Seria Leibniz um dos maiores gênios ou não teriamos nenhum pai da física? É difícil dizer.
E se Lenon não tivesse aceitado dançar comigo no dia das mães de 2008? Estariamos namorando? Nos conheceriamos, ao menos? Eu poderia estar tão feliz quanto estou agora? A pequena pergunta "quer dançar comigo?" mudou minha vida.
Analisando, é impressionante como os resultados finais estão sujeitos a tantas minuncias... Não acertamos um problema de matemática se colocamos um menos no lugar de mais.
E fica por isso mesmo? Nos sujeitamos a consequências drásticas se podemos ao menos reciclar a garrafa pet?
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Épocas de chuva
É tão comum nos dias de hoje ligar a tv na hora do noticiário e ver tragédias que muitas coisas passam despercebidas. É tanta corrupção, assassinatos, drogas, pedofilia que entra por um ouvido e sai pelo outro. E a questão dos animais talvez nem chegue a entrar no ouvido de muitas pessoas.
Agora, nessas épocas de chuvas é quase que certo que haverá enchentes, sendo que a culpa sempre cai nas mãos dos governantes.
Parando para pensar, a causa das enchentes é um conjunto de fatores que poderia ser contornado. Primeiro poderiamos começar a não jogar lixo nas ruas, o que entope os bueiros e impede o escoamento da água. Segundo, a parte da população que tem informação a sua disposição poderia começar a pensar melhor em quem vai eleger.
Esses são apenas dois dos fatores que citei apenas por julgá-los a disposição das pessoas. Talvez haja outros, mas esses são os que mais me revoltam. Porque jogar lixo na rua? Porque eleger um cara só porque é bonitinho? Ou uma mulher só porque fez propaganda eleitoral com roupas provocantes?
Cada um de nós precisa fazer algo. Mesmo que seja pouco, é muito para um mundo tão carente de cuidados.
Agora, nessas épocas de chuvas é quase que certo que haverá enchentes, sendo que a culpa sempre cai nas mãos dos governantes.
Parando para pensar, a causa das enchentes é um conjunto de fatores que poderia ser contornado. Primeiro poderiamos começar a não jogar lixo nas ruas, o que entope os bueiros e impede o escoamento da água. Segundo, a parte da população que tem informação a sua disposição poderia começar a pensar melhor em quem vai eleger.
Esses são apenas dois dos fatores que citei apenas por julgá-los a disposição das pessoas. Talvez haja outros, mas esses são os que mais me revoltam. Porque jogar lixo na rua? Porque eleger um cara só porque é bonitinho? Ou uma mulher só porque fez propaganda eleitoral com roupas provocantes?
Cada um de nós precisa fazer algo. Mesmo que seja pouco, é muito para um mundo tão carente de cuidados.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Melhor. Porque quando há uma sensação de que tudo ficará bem, tudo ficará bem. No final, tudo fica bem. Tudo mesmo. Basta querer. Atrair boas vibrações. Curtir as boas sensações. Sentir prazer com coisas simples, como um morango. Ver a vida numa formiga, numa galinha, num boi. Ver a vida de maneira plena, com uma visão aberta a novas possibilidades. Para uns é difícil viver, para outros é fácil demais. Alguns nem ligam para o que irá acontecer. Mas no final, valerá a pena se você fizer por valer.
Eu nem lembro a última vez que estive tão mal assim. Há aquele sentimento de medo do que está por vir, aquela vontade de ter um botão que faça o tempo avançar mais rápido, vontade de resolver tudo do jeito que eu quero.
Desejo dormir e abrir os olhos quando tudo estiver melhor. Ver um dia que me faça agradecer por ter tudo que eu tenho, por ser quem eu sou. Um dia, uma semana, uma vida inteira sem brigas, ou nada que me faça sofrer. O comando sobre o que eu penso, sobre os meus sentimentos.
Lembrar como é sentir o coração bater, sentir que ele ainda está aqui, alegre e feliz por ter tudo que eu tenho, por ser quem eu sou.
Logo, logo, estarei melhor. Eu sei.
Desejo dormir e abrir os olhos quando tudo estiver melhor. Ver um dia que me faça agradecer por ter tudo que eu tenho, por ser quem eu sou. Um dia, uma semana, uma vida inteira sem brigas, ou nada que me faça sofrer. O comando sobre o que eu penso, sobre os meus sentimentos.
Lembrar como é sentir o coração bater, sentir que ele ainda está aqui, alegre e feliz por ter tudo que eu tenho, por ser quem eu sou.
Logo, logo, estarei melhor. Eu sei.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Happy new year
2010 está chegando. Aqueles caras que se dizem os mais influentes se reuniram num lugarzinho legal para tentar reduzir a emissão de gases na atmosfera. Foram 14 dias de negociações, propostas, acordos e tal. E pra que tudo isso? No final, não deu em nada. Quem não sabia disso?
Reduzir essa emissão prejudica a econômia, e se prejudica a ecônomia QUE SE DANE as pessoas que irão morrer intoxicadas, as florestas exterminadas, o planeta morrendo, a vida se extinguindo... Que imbecilidade desses tais "influentes"! Quando o planeta se acabar, não vai ter dinheiro para gastar, e nem com o que gastar.
Uma decisão dessas deveria ser mundial. Tipo uma votação:
Você quer salvar o planeta?
[x] Sim
[ ] Não
Eu acredito que um dia o mundo irá acabar por causas naturais. Não há evidências de que acontecerá em 2012, mas há evidências de que um dia acontecerá. E eu acho que quando acontecer essa odiável raça humana já terá destruido o planeta por causa dos seus interesses capitalistas.
Feliz ano novo! Esses caras acabaram de nos condenar...
Reduzir essa emissão prejudica a econômia, e se prejudica a ecônomia QUE SE DANE as pessoas que irão morrer intoxicadas, as florestas exterminadas, o planeta morrendo, a vida se extinguindo... Que imbecilidade desses tais "influentes"! Quando o planeta se acabar, não vai ter dinheiro para gastar, e nem com o que gastar.
Uma decisão dessas deveria ser mundial. Tipo uma votação:
Você quer salvar o planeta?
[x] Sim
[ ] Não
Eu acredito que um dia o mundo irá acabar por causas naturais. Não há evidências de que acontecerá em 2012, mas há evidências de que um dia acontecerá. E eu acho que quando acontecer essa odiável raça humana já terá destruido o planeta por causa dos seus interesses capitalistas.
Feliz ano novo! Esses caras acabaram de nos condenar...
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Natal, natal, natal
Meu primeiro natal de veg. Foi divertido, tirando a parte que incluia comida. Ninguém ligou pro fato de que eu como coisas diferentes, e ninguém ligou pro fato de que eu poderia me incomodar com o cadáver de peru na mesa. Alguém perguntou o que eu pensava? Ligou pra minha dieta? Se interessou em saber meus motivos? Não!!
Na hora da ceia, quando veio aquele cheiro de peru no ar, eu quase surtei. Visão turva e vontade de sair correndo para o banheiro para vomitar. Muita nausea. Alguém perguntou o que eu estava sentindo? Não. Ninguém.
Fazer o que né? Optei por algo. E agora não tem mais volta. Mesmo que eu quisesse. E uma vez, por 5 minutos, durante a prova de geografia da quarta unidade de 2009, eu quis voltar atrás! Mas aí eu pensei em mim comendo carne, cadáver, e descartei logo a possibilidade. Não tem volta...
Meu Lenon está longe de mim... Se estivessemos juntos na hora da ceia, eu não me sentiria tão mal assim, saberia que tinha alguém igual a mim, que sente o mesmo que eu, e que realmente se importa com o que eu penso! Ah, estou com tanta saudade... Volta logo amor, TE AMO!
Na hora da ceia, quando veio aquele cheiro de peru no ar, eu quase surtei. Visão turva e vontade de sair correndo para o banheiro para vomitar. Muita nausea. Alguém perguntou o que eu estava sentindo? Não. Ninguém.
Fazer o que né? Optei por algo. E agora não tem mais volta. Mesmo que eu quisesse. E uma vez, por 5 minutos, durante a prova de geografia da quarta unidade de 2009, eu quis voltar atrás! Mas aí eu pensei em mim comendo carne, cadáver, e descartei logo a possibilidade. Não tem volta...
Meu Lenon está longe de mim... Se estivessemos juntos na hora da ceia, eu não me sentiria tão mal assim, saberia que tinha alguém igual a mim, que sente o mesmo que eu, e que realmente se importa com o que eu penso! Ah, estou com tanta saudade... Volta logo amor, TE AMO!
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Situações vegetarianas engraçadas - Parte 1
Ser vegetariano com certeza de proporciona situações extremamente engraçadas. Imagine aí, onívoros cabeças-duras que adoram um McDonalds e não tão nem aí pras vaquinhas poluidoras de gás metano. Imaginou? Esses são os piores. Questionam de uma maneira implacável. Eis alguns de seus questionamentos:
- Só a carne tem proteína, e você precisa de proteína!
- O alface também tem sentimentos...
- Vaquinhas produzem gás metano, precisamos come-las pelo bem do planeta já!
- Você pode sim comer presunto de vez em quando.
- Peixe pode?
- E frutos do mar?
- Caramba, o que você come? Mato?
- Duvido que você não coma nada... Se eu colocar um Mc Chicken na sua frente você não resistirá!
Esses são alguns dos muitos. Se você é onívoro e está lendo isso e se sentindo ofendido, não se preocupe. Tenho consciência de que nem todo onívoro é estúpido assim. E se você é onívoro que acha que esses questionamentos acima são válidos, eu só tenho uma coisa a dizer: HAHA estude, criança.
- Só a carne tem proteína, e você precisa de proteína!
- O alface também tem sentimentos...
- Vaquinhas produzem gás metano, precisamos come-las pelo bem do planeta já!
- Você pode sim comer presunto de vez em quando.
- Peixe pode?
- E frutos do mar?
- Caramba, o que você come? Mato?
- Duvido que você não coma nada... Se eu colocar um Mc Chicken na sua frente você não resistirá!
Esses são alguns dos muitos. Se você é onívoro e está lendo isso e se sentindo ofendido, não se preocupe. Tenho consciência de que nem todo onívoro é estúpido assim. E se você é onívoro que acha que esses questionamentos acima são válidos, eu só tenho uma coisa a dizer: HAHA estude, criança.
Onívoros e sua inteligência
Porcos e vacas recebem muito mais do que plantas para engordarem. Onívoros precisam se situar mais se querem atingir os vegs! Eu mesma já fui atingida por um onívoro bem informado. Informação é tudo, gente!
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Virando veg
Virar veg foi uma etapa relativamente difícil. Eu sabia que não iria ser aceita pela minha família, e deixei de comer carne escondida! Nos dias em que eu não tinha como esconder, eu era obrigada a comer carne... Eu nem reclamava tanto assim, porque no inicio carne fazia falta pela ausência de variedade de verduras.
No dia em que meus pais me questionaram sobre o porquê de eu não estar comendo carne, eu virei veg. Eu expliquei que eu não admitiria mais me alimentar do sofrimento de seres que eu respeito.
A nossa cadelinha, Belinha, foi um elemento crucial para a minha decisão. Meu amor e minha dedicação por ela me fizeram refletir que existem outros animais por ai, inclusive na minha comida. Se eu nunca comeria cães, porque comer vaquinhas?
Eu não fui influenciada, ao contrário do que muitos pensam. Eu refleti sobre isso sozinha ao olhar para uma panela cheia de carne... Eu tive um flash daquele animal morrendo e pensei: "isso é um bichinho morto".
Depois que contei para meus pais, foi mais fácil. Comidas especiais, pesquisas e todo o mais. Obtive conhecimento, formei minhas opiniões com base em fundamentos filosóficos e científicos.
Não fico influenciando e nem tentando convencer ninguém, não olho feio para quem esteja comendo carne na mesma mesa que eu, não fico zoando onívoros e nem falando que você vai morrer... E porque onívoros fazem isso com vegs? Acho que deveriam respeitar, se são respeitados. Enfim... assunto de outro tópico, me empolguei.
É difícil ser veg, e deixar de comer carne com certeza é uma das partes mais faceis...
No dia em que meus pais me questionaram sobre o porquê de eu não estar comendo carne, eu virei veg. Eu expliquei que eu não admitiria mais me alimentar do sofrimento de seres que eu respeito.
A nossa cadelinha, Belinha, foi um elemento crucial para a minha decisão. Meu amor e minha dedicação por ela me fizeram refletir que existem outros animais por ai, inclusive na minha comida. Se eu nunca comeria cães, porque comer vaquinhas?
Eu não fui influenciada, ao contrário do que muitos pensam. Eu refleti sobre isso sozinha ao olhar para uma panela cheia de carne... Eu tive um flash daquele animal morrendo e pensei: "isso é um bichinho morto".
Depois que contei para meus pais, foi mais fácil. Comidas especiais, pesquisas e todo o mais. Obtive conhecimento, formei minhas opiniões com base em fundamentos filosóficos e científicos.
Não fico influenciando e nem tentando convencer ninguém, não olho feio para quem esteja comendo carne na mesma mesa que eu, não fico zoando onívoros e nem falando que você vai morrer... E porque onívoros fazem isso com vegs? Acho que deveriam respeitar, se são respeitados. Enfim... assunto de outro tópico, me empolguei.
É difícil ser veg, e deixar de comer carne com certeza é uma das partes mais faceis...
Primeiro post
É, para mim, título de primeiro post tem que ser "primeiro post" e isso é tradição.
Meus blogs não dão certo, e minha intenção, dessa vez, não é fazê-lo dar certo. Com o Vida de Veg eu quero escrever e publicar sobre como é o meu dia-a-dia, minha relação com a sociedade e os preconceitos que sofro. É, quem sabe eu não ganho um leitor interessado...
Meus blogs não dão certo, e minha intenção, dessa vez, não é fazê-lo dar certo. Com o Vida de Veg eu quero escrever e publicar sobre como é o meu dia-a-dia, minha relação com a sociedade e os preconceitos que sofro. É, quem sabe eu não ganho um leitor interessado...
Assinar:
Postagens (Atom)


